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Um ano! Um bom ano de aprendizagem.

Há 366 dias atrás iniciamos uma jornada que por vezes imaginamos interessante e intensamente árdua, mas cheia de incríveis momentos, muitas aventuras, grandes expectativas e só alegrias. Vamos ser sinceros longo de início, não foi só alegrias. Houve tropeços, alguns entraves e até cansaço. Manter um blog não é tão fácil como se imagina. Mas, não desistimos. Isso que é o mais importante!. Com força, empenho e muita luta contra o temido tempo, o Blog Chá de Histórias venceu seu primeiro ano.

Sabemos que algumas falhas aconteceram, alguns deslizes, mas o nosso desejo de falar sobre nossas paixões foram bem recebidas por todos os que leram nossos textos aqui, e ainda acredito que conseguimos conquistar uma porção de pessoas amantes por livros, filmes e afins que se tornam seguidores e sempre cobravam mais um pouco de chá… e continuem cobrando você estão certo. A nossa equipe (Bárbara, Letícia e Marietta e eu) está muito feliz. Bom, não vamos prometer que o ano de 2013 vai ser cheio de surpresas, promoções e resenhas… mas fiquem tranquilos, de tempos em tempos nesse novo ano que inicia sempre terá alguma coisa nossa a dizer para vocês que permaneceram até agora curtindo o que escrevemos.

E sim, vamos continuar… não vai ser fácil. Mas continuaremos.

Um ano, e que venha mais…

Temos muitos sabores de chás para servirem a vocês ainda!

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Sobre o Resenhista:

Fabiano Fabiano Baloo é apaixonado por histórias. Ele é leonino, gosta de chocolates, pizza, coruja e a cor amarela . Adoraria ter se formado em Hogwarts.

Bienal do Livro de Minas – Parte II e Final

Bom, minha viagem para Belo Horizonte com a finalidade de visitar a Bienal do Livro de Minas 2012 era para ter rendido no mínimo 3 postagens… mas como o programado não pôde ser realizado, lá vai a segunda e última parte da nossa “cobertura” do evento de uma vez só.

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Bienal do Livro de Minas – Parte I

Sou um leitor compulsivo e um admirador obsessivo por livros e diversas maneiras de contar histórias e uma das minhas grandes paixões era ir em uma  Bienal do Livro ou em uma feira literária ( mas daquelas boas, cheia de novidades e coisas interessantes).

Pois bem, esse ano tive a oportunidade de me preparar para ir à minha primeira bienal: A oportunidade foi em comparecer a Bienal do Livro de Minas na cidade de Belo Horizonte.

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RESENHA – Série JOGOS VORAZES

Sim… este post tem muitos spoilers. Então decida agora se quer lê-lo. Mas se eu fosse você leria… e leria mesmo!

O quanto sua vida pode mudar a partir de um jogo? Mas vamos complicar… Pensemos em um jogo totalmente sádico! Você precisa sobreviver a armadilhas e situações inusitadas e proteger sua vida e claro, precisar matar se for preciso. Essa é um pouco do que se pode refletir a partir do enredo enérgico, trágico e surpreendente da série de livros denominada THE HUNGER GAMES e conhecida por nos brasileiros como Jogos Vorazes da autora norte-americana Suzanne Collins lançados por aqui pela Editora Rocco – Jovens Leitores.

Depois da leitura dos 3 livros em sequência e assistir o filme baseado no primeiro volume da série não consegui fazer uma resenha para cada livro e assim veio a ideia de expor minha visão de todos os 3 volumes ( Jogos Vorazes, Em Chamas e A Esperança).  Continuar lendo

Histórias para minha vida!

Bom, meu nome é Fabiano, mas podem me chamar de Baloo também.Sou apaixonado por histórias. Talvez por que nasci no dia do escritor… Mas isso é apenas uma teoria. Existem outras, mas não vejo motivos para importunar você com elas. O que acho necessário dizer é sobre as histórias. Sim, elas me fascinam. O fato de haver um mundo cheio de histórias para serem contadas me deixa incrivelmente fascinado. Princesas aprisionadas, monstros em um lago ou mesmo em uma casa abandonada, um casal de amantes que são impedidos de estarem juntos por causa do destino, elfos guerreiros, crianças em meio há uma guerra que aprende a ler de forma mais inusitada, vampiros, lendas, mitos… Seja lá o que for, conseguem tornar meu mundo melhor.

Claro, tenho minhas preferências. Não é qualquer coisa que consegue me seduzir para leitura. Acredito que não existe história ruim, mas mal contada. Por isso, adoro as que emocionam com a simplicidade das palavras e ações de seus personagens ou narradores. Que são contadas pelo simples fato de existirem de verdade, nem que seja no mundo paralelo. Alguns me acusam de que sou fantasioso demais, outros de ser infantil, louco até. Prefiro ser acusado apenas de gostar de histórias. Não vejo nenhum mal nisso e você?

O primeiro livro que tenho guardado na memória chama-se A Abelhinha Feliz de Ivan Engler Almeida. Um conto infantil sobre a busca de viver, ser mais do que todos ditam que seja a sua vida. Aquela abelhinha me picou de vez… Queria ser como ela: perspicaz, autêntico. O livro me acompanhou durante quase 10 anos e, um dia, se perdeu. Sinto falta dele comigo, mas o que aquela história me causou perdura até hoje. Agora, existem outros livros que me acompanham e estão na minha estante. Sei que outros chegarão.

Parte da minha singela estante onde estão as histórias que me acompanham.

Por isso é que histórias são importantes na minha vida. E sei que existem pessoas que tem o mesmo sentimento. Adoro cinema, sou viciado em séries televisivas (e espero falar sobre esses “amores” aqui também de vez em quando), mas nada me deixa tão feliz quanto a passagem de uma página de livro, seja qual for. Tenho minhas histórias preferidas, meus escritores favoritos. E o que mais interessante disso é que são variadas as premissas que os tornaram prediletos. Tenho meus romances (principalmente com muito açúcar), meus sobrenaturais (quanto mais original melhor ), suspenses e terrores favoritos e outras categorias do coração. Sem contar as personagens de quem me considero um ardoroso e fiel fã (confesso que nesse caso tenho mais vilões favoritos do que mocinhos e belas e ingênuas mocinhas), mas isso fica para outra vez.

Bom, sempre fui um leitor de histórias e há algum tempo venho acompanhando blog literários para trocar informações e não me sentir um pouco sozinho nesse mundo (talvez algumas pessoas entendam isso, é horrível gostar de ler e falar disso e não parecer estranho para um bocado de gente!).  Cheguei a colaborar com dois sites durante pouquíssimo e raro tempo – o que me deixou com muito mais interesse nesse mundo de tecnologia e interatividade. E hoje, com o apoio e super habilidades de Letícia Soares, Carolina Marietta e Bárbara Estrêla consegui alcançar o desejo de fazer parte de um blog por inteiro.

Sendo assim, convido você a estar comigo por aqui. Para tomar um chá acompanhado de histórias. Espero servir a seu gosto. Sempre terei uma xícara esperando por uma companhia agradável para juntos falar de nossas histórias preferidas (ou as não tão preferidas assim).

Leiamos! Sempre.

Sobre o Autor:

Fabiano Fabiano Baloo é apaixonado por histórias. Ele é leonino, gosta de chocolates, pizza, coruja e a cor amarela . Adoraria ter se formado em Hogwarts.

Ser parte de algo especial faz de você especial.

Um pouco estranha e apegada demais a personagens. Se quem estiver fazendo a pergunta não for um entrevistador durante uma seleção de emprego ou se esse for o enunciado de uma questão de vestibular, essa provavelmente será a resposta escolhida quando questionarem quem sou eu. Mas como nosso blog pede (e vocês merecem) uma apresentação mais detalhada, vamos lá:

Me chamo Carolina, tenho 22 anos, moro no Rio de Janeiro e tenho um prazer enorme em falar de tudo o que eu gosto sem parar.
Desde que me entendo por gente nunca consegui gostar de algo sem me envolver demais. Se eu gosto de alguma coisa eu vou, obviamente, me identificar demais e acabar disponibilizando grande parte do meu tempo a isso. Alguns chamam de dedicação, outros de perda de tempo (não faz muito tempo, eu estava recortando uma matéria linda sobre Dawson’s Creek em uma revista, e meu pai fez o comentário “Nossa, isso acabou há quase 10 anos minha filha, você ainda se lembra?”). Eu vejo tudo o que eu gosto como um simples prazer que a vida me proporciona, e sendo assim tento aproveitar ao máximo. Por isso, o que mais me atraiu quando me chamaram para fazer parte do blog, foi o fato de poder debater sobre o que nós gostamos com gente que gosta tanto como a gente.

Aprecio a leitura, mas não leio tantos livros quanto gostaria. Sou amante dos filmes, mas ainda tenho um longo caminho pela frente na jornada de assistir todos as películas do mundo. Apaixonada por musicais, mas nunca tive a oportunidade de ir a Broadway. Sou o que se pode chamar de fanática por seriados. Opa, não tem um porém depois desse aeaeae rs.
Quando decido por no papel todos os seriados que já assisti e assisto, ainda me impressiono com a lista. Seja pela quantidade de programas que vi ou por como eu consigo acompanhar tantas séries durante os meus dias. E me envolvo de tal forma com algumas delas que as vezes me pego amando mais seus personagens do que alguns dos meus parentes (ops).

Sobre mim no dia quem assisto 5 episódios de uma das minhas séries favoritas.

Já que as séries fazem parte do assunto em que tenho mais facilidade (propriedade?), esperem muitos posts meus relacionados a isso. Resenhas de episódios, sugestões de seriados (sejam eles já cancelados, ou atuais), curiosidades sobre os atores e as produções, opiniões e destaques de premiações, etc.

Ah, como podem ter visto, não sou formada nisso nem muito menos sou crítica de alguma coisa. Por aqui vocês vão ver textos de alguém falando de igual pra igual. Como já disse a menina Letícia: “Eu escrevo como quem conversa”. Então, quando estiverem com vontade de conversar, puxem uma cadeira e apreciem o nosso chá.

E se como eu, vocês também não gostarem de chá, também servimos coca-cola, suco e café. tá tudo bem.

Sobre o Autor:

Carolina Oi, meu nome é Carol e assim como o Chandler Bing eu faço piadas quando estou numa situação desconfortável.

Crie sua própria porta.

De todos os textos já escritos, acredito que os auto-biográficos tenham sido os mais difíceis de nascer. Falar de si mesmo é um parto demorado, doloroso, uma corda bamba e fina que oscila entre ser modesto ou totalmente exibido. Apresentar-me a esse blog como escritora (o que, na verdade, não sou) custou-me suadas primeiras linhas e muitos devaneios que pairaram durante segundos acima do clichê “nem eu mesma me conheço”.

Olá, meu nome é Letícia, tenho 24 anos e você já sabe que não sou escritora. Tampouco sou crítica das artes. Aprecio literatura e cinema como qualquer um de nós nesse fundo de quintal, atrás dos que estudam arduamente para analisar a fotografia de uma cena, o roteiro original ou adaptado, os neologismos de Guimarães Rosa e a solidão de cem anos de Gabriel García Márquez. Só sei escrever como quem conversa, naturalmente.

E preciso confessar: sempre odiei chás. Desde pequena, nunca consegui beber. Mas quando me ofereceram esse aqui, feito de histórias, senti um aroma delicioso e beberiquei da pontinha da xícara o líquido ainda fumegante. Os muitos sabores explodiram na língua. Acho que senti o doce da fantasia e o amargo dos dramas. As poesias estalaram no céu da boca. E essas gotinhas de limão com certeza vieram de algum romance. Sorvi-o todo com satisfação e me servirei de mais, todos os dias.

E então, por que estou aqui, se não sou crítica, se não me atrevo a me chamar escritora? Qual é a minha ligação com os temas que serão abordados nesse blog?

Aprendi a ler aos 4 anos de idade por pura curiosidade. Mamãe, o que está escrito ali? – perguntava com o dedo indicador em riste, apontando para as placas das ruas. Pacientemente, ela me ensinou as letras, porque não conseguia saciar todas as minhas perguntas (ou talvez não mais aguentasse que puxasse a barra de suas roupas insistentemente). Levava para casa os livrinhos da minha primeira professora e, após devorá-los em poucos dias, voltava pedindo por mais – apesar de querer ficar com eles e montar uma biblioteca. Perdi as contas de quantas vezes faltou-me o fôlego nas muitas (na verdade, considero poucas. Ler nunca é demais) páginas que li.

Ainda pequena também conheci os filmes, no Cine Montes Claros que ficava no centro da cidade. A mãe diz que o primeiro foi “Marcelino pão e vinho”, mas me recordo mesmo de “Aladim” e de todas as lágrimas que o ladrão da feira apaixonado pela princesa me fez derramar. Tomei gosto pela fantasia e mágica. Não obstante, esse gênero encabeça meus favoritos. Se tivesse muito dinheiro – e caramba! Vamos combinar que a entrada é um grande absurdo! – diariamente iria ao cinema.

Portanto, minha história com o apreço a essas coisas é simples, não tenho ou sou algo a mais. Minha vida está para leitura e cinema assim como, creio eu, está a sua que agora me lê: identificação. É para rir e chorar que leio ou sento-me frente à telona, cercada de pipoca. Para adentrar-me nas linhas e enredos e viver as angústias e amores como se fossem meus. Ouvir as canções, beijar os galãs, suspirar as poesias.

A arte, no frigir dos ovos, é uma porta que nós mesmos criamos e deixamos escorada para de vez em quando escancarar e encontrar um mundo de sentimentos, guardados em livros com cheiro de passado e filmes enfileirados em estantes.

Essa aqui é a minha porta e ela estará sempre aberta. Puxe um livro, cante na chuva com Gene Kelly, voe nas costas de Falkor, sonhe e imagine comigo. Tenho chá e bolinhos de chocolate na mesa, pode se servir.

E se a mente estiver trancada, há no canto lá em cima à direita… Vê? É o giz mágico do Fauno. Faça desse mundo um lugar seu.

Create your own door.

Crie sua própria porta.

Sobre o Autor:

Letícia Letícia é uma não-escritora e leitora de fundo de quintal. Permitiu-se voar até no nome: Letícia Liberty Libertad. Liberlety.