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Eu acredito na Kristen Stewart

Acabei de ver a lista de filmes dos indicados ao Oscar e repito uma frase que ousei dizer tempos atrás em algum site perdido por aí: eu acredito na Kristen Stewart.

A cerimônia do Oscar nem sempre

2013_kristen_stewart.psdé justa e tampouco é o mais fino parâmetro para os melhores filmes, mas certamente é muito melhor que eu, e confesso que sou uma telespectadora assídua. Vejo todos os anos e inclusive tento fazer isso atualizada, com todos os filmes indicados assistidos e uma listinha de preferências.

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A menina que roubava livros ganha seu primeiro trailer oficial

Para os que estão roendo as unhas de ansiedade pela adaptação do cinema do best-seller “A menina que roubava livros” (The Book Thief), hoje saiu o primeiro trailer oficial para apaziguar um pouquinho os ânimos (ou aumentá-los).

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Encante-se com os rostos de Liesel, Hans, Rosa, Max e Rudy, enquanto espera pela estreia no Brasil, que será em janeiro de 2014.

3 amigos, 1 cinema: Wolverine Imortal – um pouco de mais do mesmo, mas agora com japoneses

Atenção! Esse texto pode contar alguns spoilers do filme do bonitão do X-Men, então você está por sua conta e risco.

O que 3 pessoas que tem muita coisa para estudar, trabalho a fazer e contas para pagar fazem numa tarde de quinta-feira? Isso mesmo, vão ao cinema!

Porém, os momentos das telonas não tem sido de muita sorte para mim (meus amigos discordam, por isso há uma grande chance de ser minha ranzinzice falando alto). Antes do Wolverine, me arrisquei em Cavaleiro Solitário, aquele que o Johnny Depp é um índio (e eu sinceramente ainda estou tentando entender quem diabos olha para o Johnny Depp e diz JESUS, MAN! EU TENHO UMA PERSONAGEM PERFEITA PARA VOCÊ! UM ÍNDIO!) e foi tão absurdamente ruim que sequer tive ânimo de dedicar algumas linhas na nossa coluna-quase-semanal-dos-migos-que-vão-ao-cinema. Vocês poderiam simplesmente pegar qualquer crítica e se lambuzarem, todas falam muito mal e com razão, não vale um centavo e me fez abraçar Edward, mãos de tesoura e balbuciar “Johnny, eu te amo, não me deixe, não me deixe” balançando o corpo para frente e para trás.

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Com a cara e a coragem fui tinindo para mais um filme de super-heroi – com os quais não dou sorte – e paguei meu lindo ingresso 3D do novo filme sobre o Wolverine. E tudo isso para quê, meus amigos: isso mesmo, para comer um sanduichinho no Subway depois.

Verdade seja dita, depois do Batman, quase nenhum ou nenhum super-heroi tem me feito suspirar. E outra verdade seja dita, tenho um pouco de birra dessa visibilidade toda que dão ao Wolverine, ele nem é o melhor X-Men! E depois de já ter toda sua história contada e recontada até ninguém aguenta-la mais, vamos para uma narrativa que tenta mostrar o suposto maior desejo do homem de garras: morrer.

Para mim, a maior falha do filme é exatamente essa proposta. Wolverine não quer morrer, galera, sabem? Não insistam nisso. Ele não quer morrer, é simples. É claro que a eternidade pode ser uma cadela maldosa – principalmente com ele, que viu tantos dos seus partirem, sendo que um deles por suas próprias mãos – mas, né, convenhamos, o cara sempre será perseguido, sempre estará tentando salvar pessoas e isso será muito mais fácil se ele puder cicatrizar até os pelinhos do braço em menos de 3 segundos. Então, enfim, alguns primeiros minutos de um eterno blá blá blá sofrimento ele tem pesadelos à noite mimimi ele merece descansar yada yada yada sabidamente ele recusa uma proposta de se tornar mortal, porém é enganado e se envolve numa trama de herança de família japonesa e precisa defender Mariko, sendo perseguida pela máfia devido à sua posição no país.

O restante é apenas gente correndo, se esfaqueando, batendo e atirando flechas no Japão e um final mais previsível que a minha falta de dinheiro no fim do mês. Ah, e a Víbora, cuspindo veneno a torto e a direito sempre que sente vontade.

É óbvio que o filme tem seus pontos positivos, que certamente agradam bastante aos fãs de Logan. Os que destaco são: o romancezinho dele com uma japonesinha fofa – E FINALMENTE ESFREGA NA CARA DA JEAN QUE ELE FOI OBRIGADO A MATA-LA, PORQUE ELA ESTAVA SENDO UMA IDIOTA ASSASSINA – e a Yukio, irmã adotiva de Mariko, que encena as melhores lutas com seu jeitinho I wanna be a badass meigo. E claro, umas 100 desculpas diferentes para deixar o Hugh Jackman sem camisa que são todas muito bem-vindas.

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Então, é isso. Não achei lá essas coisas, mas para quem ainda quer acompanhar isso até o fim, veja – cenas finais mostram que ainda há lenga-lenga pela frente, e talvez das brabas.

Valeu UM POUCO o ingresso, digamos. E meus faniquitos cada vez que Jackman exibia seu peitoral.

Ah e o 3D? Não pague por ele. Não há uma só cena que valha o preço mais caro, sequer a legenda fica encostando no seu nariz.

Bom filme! (ou não).

Sobre o Autor:

Letícia é uma não-escritora e leitora de fundo de quintal. Permitiu-se voar até no nome: Letícia Liberty. Liberlety.

3 amigos, 1 cinema: O Homem de aço – Remissão de 30 anos ruins… Mas nem tanto.

Na sexta-feira, partimos ao Ibicinemas de Montes Claros em busca de O Homem de Aço – 3D. Fiquei feliz de não ter criado muita expectativa a respeito do filme. Não crie você também.

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É certo que finalmente o Super-Homem foi vingado por 30 anos de maus tratos na telona – e também um pouco na TV, com aquela série Smalville que era simplesmente pavorosa. Seguindo a linha humanista que tanto me fez amar o Batman de Christopher Nolan (que por coincidência – ou não – é um dos produtores de Homem de Aço), o filme de Zack Snyder* mostra um kriptoniano de uma visão que antes não considerávamos, precisando esconder seus poderes pelo “bem” da humanidade e para sua própria segurança. Bem, vocês podem imaginar como deve ser ser provocado à exaustão, saber que com um soco você jogava o sujeito longe, mas precisar se segurar (fora outras coisas ainda mais tristes que você verá caso escolha se dedicar ao filme). Além disso, sua origem é pouco mais explicada, tanto em Kripton – mostrando um pai herói deliciosamente interpretado por Russel Crowe (que inclusive já avisou que podem contar com ele em um prelúdio*) e a devastação do planeta (as cenas de Kripton são, de longe, as melhores) – quanto no Kansas, através da convivência com os pais adotivos e a luta deles para que ele não sofresse retaliações por ser quem é.

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Mãe e filho batendo um papinho familiar.

Apesar das referências sutis à HQ muito bem notadas por meu amigo Doug, o filme muda muito de sua história, tornando o roteiro um tanto quanto… Esquisito. O vilão, ao meu ver, ainda não é dos melhores. Mas foi um bom começo. Talvez estejam mesmo apenas preparando o terreno para lançar ao mundo o jeitinho Henry Cavill de ser super-homem, que não me agradou assim demais, mas olha: no quesito beleza está de parabéns. E o novo uniforme lhe caiu muito bem, foi sobre medida será?

Esperem os exageros comuns que tem todos os filmes de herois e se pretendem dar chances à continuação (eu dei ao Batman e não me arrependi, então você tem minha atenção, Super Man) e sonhar com o filme da Liga da Justiça, se joguem.

3 estrelinhas, vai… Vale o cinema.

Divirtam-se!

*clique para saber mais

Algumas críticas e elogios pessoais…

Local: Ibicinemas está de parabéns pela pontualidade. Seus frequentadores, no entanto, nem tanto aprovados no quesito higiene: a sala estava uma imundície de pipoca e canudinhos e latinhas de refrigerante. “Ai, para de ser chata” – paro não, desculpem. Quando você compra um ingresso para o cinema não está apenas pagando para olhar para a tela, mas pelo conjunto da obra que inclui um lugar confortável e limpo. Não custa jogar seu lixo fora, já que a limpeza da sala entre uma sessão e outra costuma ser bem difícil. Cidadania né, etc. e tal.

3D: Achei a profundidade do 3D do Ibicinemas um tantinho melhor que a do Cinemais, mas tive a impressão de que a tela tremia um pouco. Junta-se isso ao barulhinho do projetor que dá para ouvir no Ibi (que eu antes achava um charme, mas agora tem me incomodado um pouquinho), dá a impressão de que é baixa qualidade mesmo. Sei lá, posso estar errada. Mas minha cabeça doeu um pouquinho com isso. Alguém entende desse tipo de funcionamento e pode me explicar?

Sobre o Autor:

Letícia Letícia é uma não-escritora e leitora de fundo de quintal. Permitiu-se voar até no nome: Letícia Liberty. Liberlety.

3 amigos, 1 cinema: Meu Malvado Favorito 2 – Agora mais favorito

Ontem comentava com uma amiga da saudade que sinto do tempo em que os filmes – roubando o termo usado por outra amiga – “me queimavam viva”. Entendem? Os filmes de drama e suspense me perturbavam mais, os romances me exasperavam, as animações eram mais bonitas, mais… Sei lá, mais alguma coisa que se perdeu por aí entre os rolos de filme.

Acabo de chegar do cinema e sinto-me docemente surpreendida novamente, pelo menos no quesito animação: Meu Malvado Favorito 2 encanta e diverte em níveis bem próximos do ótimo. Aproveito o filme para iniciar uma ideia que há tempos vem rolando em minha cabeça, em meados do início do ano: quando morei em cidade pequena próxima à minha, cumprindo estágio da faculdade, enlacei-me (espero que para sempre) em dois grandes amigos – Pedro e Allan – e juntos, construímos uma junta cinematográfica que sempre quis ter com alguém. Desde então, vemos pelo menos 1 filme por semana, quase que religiosamente, em casa ou no cinema. Meu programa favorito com amigos favoritos e Malvado favorito abrem o que chamo agora no blog de “3 amigos, 1 cinema” – um espacinho para contar sobre essa rotina dos “mizos”. (Pode ser mais brega? Pode, porque sou eu e eu sempre vou além em todos os quesitos de breguice.)

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De Chris Renaud e Pierre Coffi, a animação* da Paramount que dá continuação à história de Gru e suas 3 adoráveis filhas conseguiu a tão rara vitória de superar o primeiro filme. Agora com mais Minions – pequenos seres amarelos fofos e de linguagem estranha que garantem boas risadas – o filme reúne várias tramas: a volta de Gru ao mundo do crime agora do lado do bem, sua tentativa de desvendar um mistério por detrás do sumiço de uma poderosa fórmula de criar monstros, o aparecimento do novo vilão El Macho, a  vida de um pai e a paixão que arrebata seu coração e o de sua filha Margo, culminando todas no mesmo ponto: amor.

Uma história para animar crianças e adultos, aplaudida ao final (aqui e na França*). E com razão.

Vale o 3D, o ingresso e a pipoca.

Divirtam-se!

*clique para saber mais

 

Sobre o Autor:

Letícia Letícia é uma não-escritora e leitora de fundo de quintal. Permitiu-se voar até no nome: Letícia Liberty Libertad. Liberlety.

Um ano! Um bom ano de aprendizagem.

Há 366 dias atrás iniciamos uma jornada que por vezes imaginamos interessante e intensamente árdua, mas cheia de incríveis momentos, muitas aventuras, grandes expectativas e só alegrias. Vamos ser sinceros longo de início, não foi só alegrias. Houve tropeços, alguns entraves e até cansaço. Manter um blog não é tão fácil como se imagina. Mas, não desistimos. Isso que é o mais importante!. Com força, empenho e muita luta contra o temido tempo, o Blog Chá de Histórias venceu seu primeiro ano.

Sabemos que algumas falhas aconteceram, alguns deslizes, mas o nosso desejo de falar sobre nossas paixões foram bem recebidas por todos os que leram nossos textos aqui, e ainda acredito que conseguimos conquistar uma porção de pessoas amantes por livros, filmes e afins que se tornam seguidores e sempre cobravam mais um pouco de chá… e continuem cobrando você estão certo. A nossa equipe (Bárbara, Letícia e Marietta e eu) está muito feliz. Bom, não vamos prometer que o ano de 2013 vai ser cheio de surpresas, promoções e resenhas… mas fiquem tranquilos, de tempos em tempos nesse novo ano que inicia sempre terá alguma coisa nossa a dizer para vocês que permaneceram até agora curtindo o que escrevemos.

E sim, vamos continuar… não vai ser fácil. Mas continuaremos.

Um ano, e que venha mais…

Temos muitos sabores de chás para servirem a vocês ainda!

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Sobre o Resenhista:

Fabiano Fabiano Baloo é apaixonado por histórias. Ele é leonino, gosta de chocolates, pizza, coruja e a cor amarela . Adoraria ter se formado em Hogwarts.

Desabafo: – A Culpa É Das Estrelas –

NÃO É UMA RESENHA, APENAS UM DESABAFO (BEM SENTIMENTAL..)

Começarei sendo sincero. Não consigo fazer uma resenha digna para o livro A CULPA É DAS ESTRELAS. Não… não adianta. Digo isso por que já tentei. Foram várias tentativas, todas frustrantes e horríveis. O livro escrito pelo escritor americano John Green, e lançado no Brasil pela – excelente – Editora Intrínseca é uma obra prima. Já li outro livro do mesmo autor que aqui recebeu  o título de ”Quem é você, Alasca?”. Confesso que “Quem é você, Alasca?” não me traz boas lembranças… mas não é de tudo ruim. Mas me deixou receoso com seu final e sim, o tempo todo da leitura de “A Culpa é das Estrelas” fiquei meio que preparado para um desfecho cheios de clichês. E me surpreendi… e me encantei.

As tags azuis são marcações da primeira leitura, já as tags amarelas são marcações da segunda leitura.

A resenha  ficou tão difícil de ser feita apesar de ter lido o livro duas vezes seguidas. Sim duas vezes. A primeira vez que li foi num período de 5 dias. E logo que terminei tive que me isolar emocionalmente para poder refletir sobre tudo aquilo que tinha “vivido” junto com a história (Sofro de constantes DPL’s). Tudo parecia tão próximo, tão real…  A narrativa se tornou algo concreto e digno de uma segunda leitura imediata. E sim, após alguns dias de reflexão mergulhei na releitura do livro. E essa durou quase dois meses… Engraçado isso, foi terrível terminar a segunda leitura do livro… apesar de saber como tudo se acaba me torturava adiando e voltando páginas para que pudesse ter mais de Hazel e Augustus perto de mim.

A história fala de Hazel Grace, um jovem que teve câncer na tireoide com mestástase nos pulmões e se apaixona por Augustus Waters, um jovem lindo que tem osteosarcoma. E tudo gira em torno da descoberta desse amor jovem e puro. Mas que reflete em uma lição de vida sincera e tenra.

Desculpe, leitores e seguidores desse blog… é impossível fazer uma resenha desse livro. Li diversas resenhas em outros blogs. Algumas muito boas, outras horríveis e poucas realmente excelentes… E a esses blogueiros que conseguiram essa difícil tarefa tenho que dizer: Invejo vocês por terem conseguido… inveja pura e até doentia! Queria poder fazer o que vocês fizeram. Queria muito!
Por isso resolvi só deixar um desabafo… um pequeno momento a ser registrado de que como esse livro tem sentimentos e  beleza e vivacidade ( cruel isso de ter vivacidade para um livro que se trata de adolescentes apaixonados que estão em fase terminal em decorrência de tumores cancerígenos, mas é a pura verdade! ). Só consigo dizer para lerem sem demora este livro. Tirei suas próprias conclusões… E sei que alguns podem dizer após terminarem que o livro não é tão bom, mas será difícil não concordar que em diversos momentos a história não mexeu em algo dentro do peito.

Ao escrever esse texto, peguei-me com a sensação insana de que devia ter registrado em fotos e até em vídeos alguns momentos de leituras. Eu ria, de rolar no chão… altas gargalhadas. Eu chorei intensamente… eu enraiveci , e até enrubesci ! Isso tudo nas duas vezes… A primeira leitura foi dinâmica, deliciosa e surpreendente. A segunda vez foi desgastante emocionalmente, mas muito intensa e delirantemente linda e foi nessa que amadureci em coisas pessoais, profissionais e até no meu olhar para minhas leituras do passado e espero que para leituras futuras. ( Muitos sentimentos conturbados ao mesmo tempo, eu sei… mas eu tenho vivido com isso há anos… hehehehehe!)

Hazel Grace e Augustus Waters se tornaram personagens preferidos para mim. Sinto que devo e preciso reler este livro mais vezes… pra você isso pode parecer loucura, mas para mim parece necessidade.

O.K.

“Eu entendo. ( Mas nós dois sabemos que o.k. é uma espressão bstante ‘paquerativa’. Ela está CARREGADA de sensualidade”
(p. 98)

Peço lhes perdão. A resenha desse livro talvez seja feita um dia por mim… mas não agora. Não mesmo. Agora preciso que essa história fique presa em mim… E sim, procure ler este livro, de verdade. Se não gostarem, respeitarei… mas se apaixonarem por ele, vem cá e lhes darei um abraço!
E como nossa personagem principal Hazel Grace diz em uma carta para seu escritor preferido Peter Van Houten, pego emprestado dela as palavras e repito o mesmo sobre John Green:

“E, é claro, se o senhor algum dia resolver escrever qualquer outra coisa, mesmo que não queira publicar eu adoraria ler. Para ser sincera, eu leria até a sua lista de compras de supermercado.” ( p. 70 )

Leiam essa história… e preparem chás de diversos sabores! Vai ser preciso.

Livro: A Culpa É Das Estrelas

Autor: John Green

Tradução: Renata Pettengill

Editora: Intrínseca

Número de páginas: 283

Melhores Personagens: Hazel Grace e Augustus Waters… apaixonados e apaixonantes.

Por que tomar um chá lendo essa história: O livro é todo muito bem escrito, tem doçura, doses de humor bem colocadas, tragédia e muita sensibilidade ao retratar adolescentes em estado terminal na luta contra o câncer. Algo espetacular!

Avaliação:

 

 

 

Sobre o Resenhista:

Fabiano Fabiano Baloo é apaixonado por histórias. Ele é leonino, gosta de chocolates, pizza, coruja e a cor amarela . Adoraria ter se formado em Hogwarts.